25 de mar. de 2015

more and more

Delena

Sempre fui boa em fingir. Fingir sorrisos. Fingir estar bem. Fingir não... não... gostar de você. Sempre fui tão boa em fingir que muitas vezes me peguei acreditando em minhas próprias façanhas. Poderia dizer que já não penso mais em você, que já não desistiria de tudo para ter você ao meu lado, mas isso seria apenas mais uma farsa. E eu estou cansada de fingir. Cansei de mentir para mim mesma só porque parte de mim sente que eu deveria apagar qualquer memória sua da minha mente. Mas agora é hora de pensar com o coração, não com a cabeça, e a verdade é que eu não te esqueci, nunca irei. Você foi a porcaria do meu primeiro amor e essas coisas a gente não esquece. O amor é uma droga e eu tive minha primeira dose quando te conheci. Foi assim, num piscar de olhos e lá estava eu, iludidamente apaixonada. Era jovem demais e tive o coração quebrado. Me apaixonei por alguém que estava fora do meu alcance e mesmo sabendo disso desde o primeiro encontrar de olhos eu me permitir amar e chorar. A consequência foi sofrer, mas aprendi que, por mais que doa, o amor é a melhor droga que existe. O amor nos faz rir e chorar, amar e odiar, é bom e ruim, é extasiante e cansativo, é surreal, é real, é ser prudente e imprudente, e isso tudo ao mesmo tempo. É um conjunto de coisas com sentidos opostos, porque o amor é irracional. E é exatamente por isso que eu prefiro mil dias sofrendo por essa loucura que é o amor do que mil dias sem ele. Amor é isso, por mais que doa, a gente sempre quer, mais e mais.

19 de mar. de 2015

Tag: Oito coisas

dog

Não sou muito de responder tags, mas fui indicada pelo blog Photography and Coffee para responder uma e acabou que eu gostei dessa tal tag das oitos coisas. Achei que seria interessante para quem acompanha o blog me conhecer um pouquinho melhor. Segue abaixo:


1. Oito coisas para fazer antes de morrer

1. Saltar de paraquedas
2. Fazer um cruzeiro
3. Mochilão pela América do Sul
4. Conhecer a cidade perdida dos Incas (Machu Picchu)
5. Fazer intercâmbio (vou esse ano para a França)
6. Tatuagem(s)
7. Amar e se amada na mesma intensidade
8. Falar fluentemente outra língua que não seja a minha nativa.


2. Oito coisas que você ama

1. Escrever e ler
2. Viajar
3. Pastel
4. Pensar no futuro
5. Fazer planos, traçar objetivos.
6. Ouvir música
7. Ver filmes e séries 
8. Amigos e família (inclui meus cachorros) 


3. Oito coisas que você odeia

1. Não ter nada para fazer
2. Ter muita coisa para fazer
3. Quem não aceita perder
4. Pessoas falsas
5. Ficar sem internet
6. Ser ignorada
7. Agir sob pressão
8. Tomar decisões


4. Oito coisas que você fala

1. Tipo
2. Então
3. Nossa
4. Cara
5. Amiga
6. Gente
7. Quê?
8. Ah tá.

5. Oito makes/roupas que você não vive sem

1. Calça jeans
2. Sapatilha
3. Tênis
4. Moletom com bolso
5. Rímel
6. Batom
7. Lápis
8. Delineador


6. Oito objetos que você não vive sem

1. Notebook
2. Celular
3. Minhas câmeras
4. Livros
5. Travesseiro
6. Edredom 
7. Óculos
8. DINHEIRO

7. Oito filmes/livros/jogos/séries

1. The Last Song
2. Sucker Punch
3. Awkward
4. The 100
5. The Originals
6. Arrow
7. The Flash
8. Nikita

8. Oito pessoas pra responder essa tag

1. Carol (Caverna Literária)
2. Carol (Aquela Princesa)
3. Jamilson (Jamilson Oliveira)
E as outras quatro pessoas ficam livres pra quem quiser responder.

Espero que vocês tenham gostado, beijos e até mais! 

10 de mar. de 2015

Artista do mês: Hozier

 Hozier & Natalie Dormer | via Tumblr Hozier😍
#Artista do mês é a mais nova tag do blog, pretendo trazer todo mês um artista diferente para vocês conhecerem. Seja um artista musical, teatral, ou qualquer outro tipo. 
E para estrear a tag venho falar de Andrew Hozier-Byrne, ou apenas Hozier, o dono da voz de Take Me To Church, single que está fazendo bastante sucesso agora. Quando ouvi pela primeira vez Take Me To Church já amei a música, escutei uma segunda vez e fiquei tipo "Quem é esse cara?", pesquisando acabei ouvindo outras músicas dele e me apaixonando pela voz maravilhosa do Andrew. Ele é incrível! Sem menos.

Separei minhas músicas favoritas do Hozier para vocês ouvirem e também alguns quotes que eu adoro.















"Nunca dome seus demônios mas sempre os mantenha em uma coleira."

"Eu sabia que alguma coisa iria sempre me governar, eu sabia que esse pecado era só meu."

"O único paraíso para onde serei enviado é quando estou a sós com você."

"Eu não vou te perguntar de onde você veio, eu não vou te perguntar e você também não deveria."

"Tudo seria mais fácil se houvesse um caminho certo? Querida, não há um caminho certo."

"Tudo que você tem é o seu fogo e o lugar que você precisa atingir."


3 de mar. de 2015

Entre aspas: Aprendi a viver

Perfect live . | via Tumblr

Dessa vida a gente não leva nada, podemos construir um império, ter uma mansão, dinheiro, as melhores roupas e sapatos, colecionar carros de luxos mas quando a hora chegar e nós falecermos não levaremos nada disso. É por isso que eu digo, para que se preocupar com coisas supérfluas enquanto você pode aproveitar a vida de verdade? Achei um texto na internet escrito por um autor desconhecido que vai te fazer pensar sobre isso. Colecione memórias, não coisas.

Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.

Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.

Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:

Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.

Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver.

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